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Lc 17.11-19 – 21º Domingo Depois de Pentecostes – 09.10.2019

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Em Rolling Thunder Revue, novo documentário de Martin Scorsese sobre a celebrada e empolgante turnê de Bob Dylan, no outono de 1975, os membros procuram reproduzir o evento da melhor maneira possível. Foi como “um espetáculo itinerante, no clima sorridente, carnavalesco de antigamente. Tem até propaganda de remédios”, diz Allen Ginsberg; “uma atmosfera de circo, com cães e pôneis”, segundo Sam Shepard; “uma experiência sobre a vida em comunidade”, na opinião de Joni Mitchell.

No vídeo, que nesta ocasião a Netflix exibe, o respectivo Dylan começa informando que queria fazer algo “na maneira tradicional de uma revista”, antes de diminuir a sua fala. “Não saberia dizer”, alega. “Não diz nada em característico, é só uma coisa que aconteceu há 40 anos. Não lembro nada da Rolling Thunder – foi há muito tempo, eu nem tinha nascido”. A resposta inesperada fornece o tom de um vídeo nada usual sobre isto uma turnê inusitada.

No ano passado, Dylan voltara a excursionar pela primeira vez em quase 10 anos, acompanhado pela formação The Band para uma série de concertos que quebraram recordes de bilheteria, no entanto foi insuficiente satisfatória em termos musicais. Dylan regressou ao Greenwich Village e começou a mostrar-se em clubes noturnos, buscando a sensação da aventura musical e da comunidade que o atraíra inicialmente em Nova York. Reuniu uma nova banda de jovens desconhecidos, gravou o que se tornaria o álbum Desire e imaginou uma maneira contrário de fazer uma turnê. The Rolling Thunder Revue começou sua viagem; reservou salas pela Nova Inglaterra e no Canadá com alguns dias de antecedência e vendeu seus próprios ingressos.

O video é acompanhado por uma caixa de 14 CDs com os shows e os ensaios da primeira. “Acho que a turnê foi alguma coisa único por tua tentativa de ampliar as convenções do que seria um show musical na época”, disse Scorsese por e-mail. “Havia poetas, diretores de cinema, dramaturgos e todo tipo de músicos”. “Foi uma tentativa de levar uma experiência empolgante diretamente ao público”, ele comentou, e acrescentou, “sem se preocupar com a charada econômica, sem ponderar no que havia sido feito no passado. Apenas a pura frase da música e da alegria”. A equipe atrás do novo vídeo decidiu que uma expedição tão incomum exigia qualquer coisa além do documentário linear.

O vídeo cria inúmeros personagens de ficção. Eles representam várias das figuras arquetípicas que cercam uma turnê de rock’n’roll e são incluídos sem nenhum comentário, juntamente com as entrevistas com os antigos integrantes da Rolling Thunder. Uma indagação óbvia é por que fundamento existe uma quantidade tão extenso de equipamento filmado a respeito da turnê, no palco e fora dele. O fundamental de Rolling Thunder Revue, evidentemente, são os shows – em torno de uma dezena de músicas completas, inclusive versões particularmente intensas e fascinantes de Isis, A Hard Rain’s a-Gonna Fall e The Lonesome Death of Hattie Carroll. As apresentações esclarecem todo o vigor criativo de Dylan pela época.

No término de Rolling Thunder Revue, perguntam a Dylan o que resta da turnê. “Nada. Nada mesmo. Cinzas”, ele responde. Mas antes, no video, ele diz algo (parafraseando uma citação atribuída frequentemente a George Bernard Shaw) que deixa entrever a inspiração, não só para esses shows, entretanto como componente frequente em todo o seu serviço. “A vida não consiste só em descobrir a si mesmo, ou coisa alguma”, alega. “A existência consiste em criar a si mesmo e elaborar alguma coisa”.

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Memória insana. Na minha memória você a toda a hora vai estar. Sua voz ainda ouço em meus sonhos e todos ou enorme divisão deles são por sua causa. Não me entenda mal, eu realmente não te culpo, nem me culpo, sendo assim peço desculpas. Só culpo o amor, o coração. E ao mesmo tempo peço desculpas ao meu travesseiro por todas as lágrimas derramadas e ao chuveiro por todos os choros. E ao meu coração, por todos os danos e por ter se decepcionado. As coisas mudam. As pessoas também. Você faz alternativas das quais se arrepende e eu fiz a minha.

Como você se sente? Tenho susto da resposta, da verdade que me faria lacrimejar mais. Não imagino quanto tempo passou. Mas Deus, eu sinto como se fosse uma eternidade. E provavelmente você não vai ler isto. E assim como não é uma carta de adeus em razão de eu não entendo quando eu irei ser forte o bastante pra te falar adeus.

Não consigo controlar as lágrimas que rolam pelo meu rosto. Eu almejo te abraçar, eu daria tudo então. Eu estive lá pra você, nunca vou deixar de estar. Não irei esquecer. Não posso esquecer da nossa história. Eu poderia ser seu sonho, sua expectativa, seu amor. Eu poderia mover montanhas para ti. Eu poderia viver deste modo para sempre.

Eu fecho os olhos tão lentamente que você aparece. E nossa história se inicia em um flashback. Estou a 3 passos perto do paraíso, do esquecimento. Eu não aguento mais isto. Escrever se torna meu refugio. Tenho momentos de raiva, de choro e de felicidade e vários deles você ainda está na minha mente. Sinto muito. Isso me deixa a um passo do final. E pela minha mente há imagens de tudo que passamos.